segunda-feira, 28 de abril de 2008

Voltamos!

Que rufem os tambores! Que o Galo Véio Cante! Porque o Alemdoeixo volta a ativa, depois de quase um ano "adormecido". Tirando as teias de aranha e o pó aqui e acolá, fiquei pensando por um momento sobre o que escrever, depois de tanto tempo. E, como bom coxa-branca, nada melhor que falar sobre a final do Paranaense!
A Preleção:

O time "lá debaixo", já cantava vitória no começo do campeonato, com sua campanha "histórica" de 10 vitórias seguidas, enquanto, aos trancos e barrancos, o Glorioso Alviverde se arrumava depois de 4 anos de administração de Beiçola Careca-Cabeludo GiGi Giovani Gionédis. Como sempre, a imprensa rubro-negra marrom (Leia-se Gazeta do Povo e RPC principalmente), enaltecia o feito, digno de reconhecimento, claro, porém menosprezava o Querido Vovô. Como um mineiro, o Coritiba foi comendo pelas beiradas, acabou se encorpando, e mesmo com fiascos (vide São Caetano - Copa do Brasil) foi chegando perto. Com 2 apresentações boas contra o tima da vila Capanema, 2 vitórias importantes que deram um novo vigor para o elenco.
Fatos Lamentáveis da partida:

Provocações à parte, existe um limite entre a brincadeira, a provocação sadia, e a violência. O Primeiro ponto a ser levantado é a questão dos extintores de pó químico. Não vou negar que achei "engraçado" ver a torcida atleticana ter ficado coberta de pó verde e branco, mas foi um ato impensável por parte da torcida que ali se encontrava, dado que o pó pode fazer mal à saúde de quem o respira. Todo o quebra-quebra dos visitantes se deu, em grande parte, em reação aos extintores. Porém um erro não justifica o outro.Por mais que as provocações façam parte do espetáculo, existe um limite para tudo, e argumentar que fomos mau tratados na canil meio-estádio pet-shop Arena (vide decisão estadual 2005 ) não é sensato. Isso acaba virando um laço de reforço, onde um ato leva ao outro que leva a outro.
A Partida:

Digna de um clássico. Raça e marcação dos dois lados marcaram a partida.
De um lado um Atlético enfraquecido, sem seus jogadores diferenciados do começo do campeonato (Ferreira, Jancarlos e Claiton), que ainda sente o baque de não ter um homem de referência na frente ou um meio campo criativo. Apesar da vontade, faltou muita qualidade técnica para o rubronegro, que se deixava levar pelo meio campo Coxa Branca.
Do outro lado um Coritiba em uma crescente, que ainda se levantava da vergonhosa campanha na Copa do Brasil. Um time bastante jovem, formado em grande parte por jogadores da casa, que se firmaram como titulares na campanha do ano passado na série B.
Dominando cada vez mais a meia cancha, o Glorioso foi ganhando espaços, e pelas pontas chegava bem ao gol.
Até que Ricardinho, num lançamento primoroso de Carlinhos Paraiba, fintou o zagueiro e rolou para o golaço do mesmo Carlihos Paraiba. Já no segundo gol, Marlos ganhou na disputa de bola e entrou sozinho pela ala esquerda, tocando para K9 no meio da área, que matando a bola fuzilou o canto direito do goleiro atleticano.
Um jogo onde a torcida foi fator importantíssimo, e a união do grupo foi clara dentro de campo.

Por fim,abro aqui 2 parenteses:

1 - Apesar de ser um crítico ferrenho do Ricardinho, devo dar o braço a torcer para a partida que ele apresentou. Rezo a Deus para que seus problemas psicológicos sumam de uma vez e ele acredite em si mesmo.
2 - Carlinhos Paraiba é com certeza a melhor contratação Coxa Branca deste ano. Um jogador diferenciado, que, além de marcar muito forte, sempre mostrando vontade, também tem uma qualidade de passe e visão de jogo excepcionais. Ele ainda dará muitas alegrias para a torcida esse ano, podem escrever!

2 comentários:

Bruno Pedrassani disse...

Porra, 1 ano sem atualizar isso aqui e você me coloca um post inteiro sobre o COXA? aheuheauhae
_______
http://nodoadouniverso.wordpress.com

Lucas disse...

Faço minha as palavras do janga...