Desde aquele time do Santos de 2002, campeão brasileiro, assumo que sempre achei o estilo de jogo do Robinho de uma objetividade questionável. Aquele time era realmente bom, porém cheio de “estrelinhas”, de jogadores arrogantes e, que mais tarde, se mostraram de um poder decisivo praticamente nulo (ou seja, pipoqueiros). Digo isso não apenas baseados em meu ponto de vista, mas pelos fatos como a perda da medalha de ouro nas olimpíadas de Atenas.
O que muitos chamam de habilidade, de malandragem, chamo de uma quase total falta de objetividade. Nos momentos mais complicados, geralmente desaparece, ou pior, inventa uma desculpa qualquer e simplesmente pula fora do barco (vide Olimpíadas de Pequim).
Realmente nunca fui muito com a cara do “jogador” Robinho, seu futebol simplesmente nunca me agradou, muito menos “encheu os olhos”, como diria o trolha do GB. Porém observando suas atitudes, nos últimos tempos, o lado pessoal dele também me desagradou demais. Primeiro pelo fato já citado acima, a questão da recusa em ir às Olimpíadas.
Que jogador negaria representar seu país em uma competição mundial e historicamente reconhecida como as Olimpíadas? Tivemos o caso de Rafinha, que correu o risco de sofrer punições de seu clube por se negar a voltar para Alemanha, preferindo bater o pé e jogar pela seleção. Tivemos, entretanto, o caso lamentável do Kaká, mas ele fica para os próximos capítulos.
Agora essa atitude totalmente anti-profissional por parte de Robinho, ao ir à mídia e “chorar as pitangas” para todo mundo, tentando assim sua liberação. Se ele queria tanto sair, porque não tentou resolver isso sem envolver a mídia? Para que queimar o filme de um clube como o Real Madrid no mundo todo? Pobre coitado, deve ganhar tão mal e viver tão mal em Madrid...
Até o Pelé, o rei E poeta (segundo Romário), eterno apaixonado pelo futebol de Robinho, se pronunciou repudiando a atitude do guri (materia aqui ).
Enfim, como diria o dito popular: "As máscaras caem..."





